quinta-feira, 14 de maio de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
SÍMBOLOS DO HALLOWEEN
O Halloween - Dia das Bruxas e seus Símbolos
O Halloween é um tipo de celebração pagã dos antigos povos celtas que viveram no território que compreende a Inglaterra, França e Alemanha. Primeiramente foi chamado de All Hallow’s Even (noite que antecede o dia de todos os santos) e posteriormente reduzido para Halloween. Os símbolos presentes nesta comemoração são:
Fantasmas: um símbolo universal de espíritos e ocultismo. Durante as celebrações são feitos doces em forma de fantasmas que podem ser bonitinho, mas para as inúmeras vítimas da escravidão e opressão demoníaca, o mundo espiritual não é brincadeira.
Lápide: cristãos podem vê-lo como um monumento para sepultar aos que morreram, mas outros a vêem como um excitante símbolo de morte e como o lugar onde o mundo dos vivos encontra o mundo dos espíritos.
Caveiras, ossos e esqueletos: Símbolos de morte, doença e a brevidade da vida terrena. O crânio e ossos cruzados se retratados em um frasco de veneno ou estampada sobre a bandeira negra de um navio pirata gerava medo da morte.
Bruxas: são as principais simbologias dessa festa. As histórias contam que as bruxas participavam de festas realizadas pelo diabo, que normalmente eram realizadas em 30 de abril e 31 de outubro. Tal crença chegou aos Estados Unidos por seus colonizadores e a partir daí se espalhou por todo o mundo, tomando várias formas diferentes.
Caldeirão: peça fundamental, na ornamentação, fazia parte da cultura, como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.
Gato Preto: é um símbolo ligado às bruxas, pois elas conseguem se transformar em gatos. Outras superstições acerca dos gatos são que esses são fontes de azar e que também são espíritos de pessoas mortas.
Aranha: simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.
Sapo: está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.
Coruja: Outro animal noturno, a coruja tem sido associada a várias deusas, bem como a sabedoria e mistério. Corujas estão associadas com as bruxas por acreditarem que na noite de Halloween comiam as almas dos moribundos. Mais tarde, a coruja foi relacionada a magia negra. Apesar de ser um símbolo clássico da sabedoria, as corujas estão relacionados com a feitiçaria, o silêncio, a morte e a capacidade de ver através da escuridão ou ilusão em razão de se esconder nas trevas e temer a luz.
Corvo: Os corvos são aves de costumes sombrios e macabros, que por conta deles, levaram fama de animais sinistros e algumas vezes até sobrenaturais, tornando-se um dos símbolos do Halloween.
Os estudiosos descobriram com o passar do tempo que os Corvos são muito inteligentes, e têm a capacidade de usar três ferramentas em sucessão para conseguir chegar até os alimentos.
Na Idade Média quando o sobrenatural era comum, eles eram vistos como presságio da morte, ou algum demônio disfarçado a procura de alimento, por ter costumes necrófagos, ou seja, eles se alimentam de restos de animais, carniça.
Assim como os gatos pretos, nas antigas historias inglesas, as Bruxas se transformavam em corvos, e por possuírem penas pretas e emitirem sons assustadores durante a noite, pioravam sua fama.
Os corvos também se tornaram populares por serem animais de estimação de bruxas e outras criaturas sobrenaturais.
Abóboras e velas: as abóboras simbolizam fertilidade e sabedoria, enquanto as velas servem para iluminar o caminho dos espíritos. Conta a lenda que a prática de cortar a abóbora e colocar uma vela acesa dentro dela surgiu da estória de Jack, homem que gostava muito de beber e que se encontrou com o diabo no dia em que bebeu em demasia. Esperto, aprisionou o diabo em vários locais até o dia em que, de tanto beber, morreu. Sua entrada no céu foi negada e no inferno também, já que humilhava o diabo em vida. A partir daí a alma de Jack passou a perambular pelo mundo. As abóboras iluminadas então passaram a ser utilizadas por Jack para fugir da escuridão e iluminar seu caminho.
Bolos Triangulares: eram servidos bolos e vinho, uma obrigação depois de cada reunião, onde a sacerdotisa distribui pequenas fatias de bolos triangulares e biscoitos para a comunhão.
Sangue: as cenas de facas sangrentas estão comumente nos filmes de terror e também nas festas de Halloween mostrando o fascínio por sangue e violência. Os celtas, assim como outras culturas antigas, acreditavam que os deuses que controlavam as forças da natureza desejavam sacrifícios de sangue humano ou animal.
Fogo: tem simbolizado calor e proteção, bem como a morte e a destruição de culturas ao redor do mundo. Durante o Samhain, os druidas usavam para proteção contra espíritos maus e para sacrifícios rituais (tanto animal ou humano) a seus deuses.
Máscaras e fantasias: as máscaras têm sido um meio de supersticiosamente afastar espíritos maus ou mudar a personalidade do usuário e também de comunicação com o mundo dos espíritos. Acreditava-se enganar e assustar os espíritos malignos, quando vestidos com máscaras. Também em outras culturas pessoas tem usado máscaras para assustar demônios que acreditavam trazer desastres como epidemias, secas, etc. Grupos envolvidos com magia negra e bruxaria também usam máscaras para "criar uma ligação" com o mundo dos espíritos.
Travessuras ou gostosuras: é uma brincadeira existente desde o século IX. Neste período as pessoas faziam os “bolos das almas” com massa simples e cobertura de groselha para entregar às crianças que, devidamente fantasiadas, batiam de porta em porta para pedir os bolos. Em troca de cada pedaço de bolo, a criança se comprometia a rezar pela alma de um parente de quem lhe ofereceu.
Morcego: simboliza a visão que ultrapassa as aparências e consegue ver o íntimo das pessoas.
Maçã: fruta associada aos deuses do amor, é utilizada na festa como símbolo de vida.
As cores mais usadas na festa de halloween também possuem significados que fazem a diferença na noite dos santos:
Laranja: cor que traz vitalidade, energia e força. Acreditam que os espíritos se aproximavam dos que estavam de laranja para lhe sugar as energias.
Preto: cor predominante dos magos, bruxas, feiticeiras e sacerdotes do mestre das trevas.
Roxo: simboliza a magia presente em toda a comemoração de halloween.ritamoras.com
Caça às bruxas
A caça às bruxas foi uma perseguição política e social que começou no século XV e atingiu seu apogeu nos séculos XVI e XVII principalmente em Portugal, na Espanha, França, Inglaterra (chamada de Normandia), na Alemanha, na Suíça em menor escala. As antigas seitas pagãs e matriarcais , de fundo e objetivo Político, eram tidas como satânicas, de domínio popular com objeto diferente do religioso, sendo organizações diferentes do que costumam pregar a Bíblia, Corão e outros livros santos, tendo uma conotação de domínio político de Poder. O mais famoso manual de caça às bruxas é o Malleus Maleficarum ("Martelo das Feiticeiras"), de 1486, note-se o nome de Martelo, observação de Mario Henrique Simonsen em Legitimação da Monarquia no Brasil, onde denota a expressão de Dom João quando voltava para Portugal, por exigência e partidos estranhos que se formavam em Portugal. Ele e sua família pereceram em Portugal e esperava que Pedro de Alcântara, reparasse a coroa portuguesa no Brasil, "antes que um aventureiro o fizesse". No século XX a expressão "caça-às-bruxas" ganhou conotação bem ampla, sua verdadeira conotação se auto-revelou se referindo a qualquer movimento político ou popular de perseguição política - arbitrária, com o objetivo de Poder, segundo M. H. Simonsen a minorias existentes ou imaginárias, muitas vezes calcadas no medo e no preconceito submetiam a maioria, no que hoje poderiamos chamar de Terrorismo, afirma M. H. Simonsen, como ocorreu, por exemplo, durante a guerra fria, em que os EUA perseguiam toda e qualquer pessoa que julgassem ser comunista, seja por causa fundamentada e comprovada e/ou não, por medo do Terrorismo. Dessa forma, teve lugar a caça às bruxas comunista dos EUA, como também ao sul no Brasil aos chamados Nazi-comunista por Getúlio Vargas, antes da Segunda Guerra Mundial, de 1922 a 1942 quando entrou na Guerra efetivamente ao lado dos aliados, em que esses elementos sabotavam as organizações militares e governamentais de forma geral, principalmente aos Bancos, para angariarem fundos, se infiltrando nelas, como diz M. H. Simonsen.
Aspectos importantes da caça-às-bruxas (quadro sintético) O número total de vítimas comprovadas se considerarmos o conceito de Terrorismo, é algo superior e entre 50 mil e 100 mil (O número total de julgamentos oficiais de bruxas na Europa que acabaram em execuções foi de cerca de 12 mil).[1] No passado chegou-se a dizer que teriam sido 9 milhões e até hoje alguns propagam esse número. Embora tenha começado no fim da Idade Média, a caça às bruxas européia foi um fenômeno da Idade Moderna, período em que a taxa de mortalidade foi bem maior, no conceito de Terrorismo - Político de Corrupção, segundo M. H. Simonsen. Embora supostas bruxas tenham sido queimadas ou enforcadas num intervalo de quatro séculos — do século XV ao século XVIII — a maioria foi julgada e morta entre 1550 e 1650, nos 100 anos mais histéricos do movimento. O número de julgamentos e execuções tinha fortes variações no tempo e no espaço. Seria fácil encontrar localidades que, em determinado período, estavam sendo verdadeiros matadouros logo ao lado de regiões praticamente sem julgamentos por bruxaria. A maior parte das mortes na Europa ocidental ocorreram nos períodos e também nos locais onde havia intenso conflito entre o Catolicismo e o Protestantismo, com conseqüente desordem social. Ocorriam mais mortes em regiões de fronteira ou locais onde estivesse enfraquecido um poder central, com a ausência da Igreja ou do Estado. Fatores regionais tiveram papel decisivo nos modos e na intensidade dos julgamentos. A maioria das vítimas confirmadas foi julgada e executada por cortes seculares, sendo as cortes seculares locais de longe as mais cruéis. As vítimas de cortes religiosas geralmente recebiam melhor tratamento, tinham mais chances de serem inocentadas e recebiam punições muito leves. Muitos países da Europa quase não participaram da caça às bruxas, e 3/4 do território europeu não viu um julgamento sequer. A Islândia executou apenas quatro "bruxas"; a Rússia, apenas dez. A histeria foi mais forte na Suíça calvinista, Alemanha e França. Numa média, 25% das vítimas foram homens, assim sendo 75% mulheres, mas a proporção entre homens e mulheres condenados podia variar consideravelmente de um local para o outro. Mulheres estiveram mais presentes que os homens também enquanto denunciantes e não apenas como vítimas. Benedict Capzov, luterano fanático, foi responsável pela morte de aproximadamente 20.000 bruxas, apoiando-se na “lei” do Antigo Testamento. Carpzov, para condenar a morte, usava (Lv 19,31; 20,6.27; Dt 12,1-5) e citava de preferência o Êxodo (22,18); “Não deixarás viver a feiticeira”. Até onde se sabe, algumas vítimas adoravam entidades pagãs e, por isso, poderiam ser vistas como indiretamente ligadas aos "neopagãos" atuais, mas oficialmente consta nos autos que esses casos eram uma minoria. Também é verdade que algumas das vítimas eram parteiras ou curandeiras, mas eram uma minoria. A maioria se dizia cristã ou judia, uma vez que a população pagã era bem rara na Europa da Idade Média. CronologiaMagia do Poder do Caldeirão
O caldeirão é o instrumento das bruxas por excelência. É uma embarcação antiga para a preparação de alimentos e bebidas, envolto em mistério e tradição mágica. O caldeirão é o recipiente em que a transformação mágica acontece, o Santo Graal, o poço sagrado, o mar da criação original. As Bruxas vêm o caldeirão como um símbolo da Deusa, a essência da feminilidade e fertilidade manifestada. Também é simbolo do elemento Água, a reencarnação, imortalidade e inspiração. O caldeirão das lendas celtas Cherridwen tiveram um impacto significativo sobre a feitiçaria contemporânea. O caldeirão é geralmente um ponto focal do ritual. Ele representa prosperidade e abundância. É o útero da mãe, mesmo que pareça somente um simbolismo mágico e esotérico. O tripé sobre o qual é apoiado, ou sob ele como os pés, de fato é um símbolo do tríplice aspecto da Deusa. Ele também representa os quatro elementos como o Fogo que ferve a Água, junto com ervas, presente da Terra, cria símbolo de vapor do Ar. Nos ritos de Primavera é por vezes cheio com água e flores frescas, no Inverno o fogo aceso em caldeirão é para representar o calor e luz do Sol (o Deus) que volta do caldeirão (Deusa). Isso está ligado aos mitos na agricultura, onde o Deus nasce no inverno e no verão atinge a maturidade e morre após a última colheita. Idealmente falando, ele deve ser feito de ferro, repousando sobre um tripé, com a abertura mais estreita do que o resto do corpo. Os tamanhos dos caldeirões variam de acordo com o espaço da bruxa e sua intenção. O caldeirão pode ser um instrumento de vidência (observação), preenchendo-o com água e observando suas profundezas escuras. Também pode servir como um recipiente para preparar as poções de bruxas, e auxiliando vários tipos de magia.magiazen.com.br
Caldeirão da Bruxa
Bruxaria e Feitiçaria: fugindo dos estereótipos da Idade Média.

Por Gabriel Barbosa Rossi,
Confome nossa amigo/amado Homero narra na Odisséia, Circe encantava os homens e logo depois transformava-os em porcos. Enquanto isso, Medéia fabricava filtros mágicos para as piores coisas possíveis, porque Jasão partiu seu coração.
Sendo assim, a magia está presente e sempre esteve empregada culturamente em todas as sociedades conhecidas, misturando religião e natureza. Porém, também é sabido que, comumente, as práticas de magia são separadas em duas, como qualquer protocolo social, entre “bem e mal”.
Roma, Grécia e diversas populações bárbaras deram forma ao que hoje conhecemos como “EUROPA”. Lá, as práticas mágicas eram muito presentes, sendo exercidas quase em sua totalidade por mulheres e feitas em voltas da lua e divindades pagãs, que eram símbolos de fertilidade. Todas essas práticas eram acentuadamente pagãs, e tinha a presença de animais como bodes, por exemplo. O bode representa a homenagem a Dionísio, deus do vinho no panteão Grego [e não ao satanismo propriamente dito como, erroneamente, é referido hoje.]
Foi na baixa idade média que a magia pagã se atrelou ao demônio, e o príncipe das trevas virou ícone de adoração e divindade máxima no sentido de culto, feitiçaria e bruxaria. Feitiçaria e bruxaria são duas coisas diferentes hoje. Em certas épocas, antes do século XIV, qualquer prática mágica era tida como prática mágica, no sentido literal mesmo. A partir do século XV, com a demonização da magia milenar, houve uma ruptura no consenso de bruxaria e feitiçaria. Existem claramente várias interpretações sobre as diferenças entre bruxaria e feitiçaria, historiadores e eruditos viveram em discussão sobre isso, mas uma coisa é certa: Circe e Medéia eram feiticeiras, pois, de fato, transformavam e criavam a partir da magia [segundo Homero, logicamente].
São feiticeiras porque não há um pacto com qualquer demônio e, as feiticeiras encarregam-se individualmente de criar suas poções mágicas para solucionar o problema DELA. As bruxas da era moderna, bruxas essas que foram queimadas pela igreja católica, se diferenciam das feiticeiras porque com elas, supostamente, há o pacto com o princípe das trevas e a conjunção ao mal encarnado, sendo que suas atividades sempre seriam de cunho maléfico. É claro que nem todas as mulheres queimadas pela inquisição faziam isso, muitas eram só curandeiras, mas, existiam sim as moças da bruxaria.
A bruxa da imaginação das crianças é velha, feia, banguela, vesga, peluda no queixo, cabelos brancos e chapéu pontudo, quase como aquelas interpretações idiotas da xuxa. Essa figura estereotipada da bruxa já vinha desde a época moderna, de mulheres sozinhas, solitárias e/ou viuvas que eram acusadas nos processos inquisitoriais. E se fossem feias e velhas as suspeitas eram mais fortes ainda. Ou seja quem criou esse medo todo nas crianças, foram os próprios processos da inquisição católica. Foram os caçadores de bruxas que lhes desenharam ameaçadoras, as representando perto das brasas de seus caldeirões, onde, vejo eu uma “bruxa” imaginando que nunca nos contaria o que ela sabe e que nós ignoramos.
Contemporaneamente falando, há um modo errado de pensar a bruxaria e a feitiçaria como duas esferas de maldade, imaginando que a feiticeira invoca o mal e a bruxa é o próprio mal. É claro que há vários modos de diferenciação [ou não]. Por exemplo, o francês não distingue uma da outra, os termos são todos englobados num mesmo sentido. O português também não faz uma especificação clara entre os termos, até mesmo os sugere como sinônimos.
Assim, podemos notar que o estereótipo não é algo apenas brasileiro, mas, da maioria das nações. Existem, ainda, tantas outras diferenças e nuances entre bruxas e feiticeiras.literatortura.com
quinta-feira, 7 de maio de 2015
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